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8 Espécies de aves completamente extintas do planeta

Por Alan Costa, em 26/09/2022
aves completamente extintas do planeta

Conheça as espécies de aves completamente extintas do planeta as causas mais comuns que podem levar uma espécie a extinção, estão as mudanças climáticas, novas doenças, desmatamento ou caça cruel e desenfreada.

aves completamente extintas do planeta
aves completamente extintas do planeta

Hoje no blog dos pássaros vamos trazer aos nosso leitores algumas espécies de aves completamente extintas do planeta.

Além disso, quando os pesquisadores percebem que uma espécie está correndo sérios riscos de acabar, eles procuram colocar o maior número de exemplares possível em cativeiro para que profissionais tentem reproduzi-las, evitando assim o seu total desaparecimento.

Neste contexto, preparamos uma lista com 8 espécies de aves que estão extintas ou seja, infelizmente não existem mais no nosso planeta, vem conferir!

Espécies de aves completamente extintas do planeta

Dodô

dodo (raphus cucullatus)
dodo (raphus cucullatus)

O dodô (Raphus cucullatus) é uma espécie extinta de ave que viveu nas Ilhas Maurício, na costa de Madagascar.

Esta ave não voava e era lenta para para se reproduzir, o que a tornou vulneráveil ​​à chegada de humanos e ratos, bem como à introdução de animais domesticados no final dos anos 1500.

Depois cerca de um século depois, a espécie foi extinta e tudo que sobrou foram ossadas e desenhos.

Causas da extinção: extinta pelo homem, esses animais sofreram com as frequentes navegações dos anos 1500.

Além disso, nessa época, a ilha foi invadida por colonos que trouxeram animais exóticos como porcos, ratos e principalmente macacos que destruíam os ninhos do dodô.

Arara-azul-pequena

arara-azul-pequena (anodorhynchus glaucus)
arara-azul-pequena (anodorhynchus glaucus)

A arara-azul-pequena (Anodorhynchus glaucus) é uma ave extinta da família Psittacidae era parente da arara-azul e da arara-azul-de-lear.

Além disso, espécie é considerada extinta por muitos pesquisadores, por não ser avistada na natureza há mais de 80 anos e não existir exemplares em cativeiro.

Contudo, a população foi diminuindo com o tempo devido à caça e ao tráfico ilegal e por causa da destruição de seu habitat natural.

Causas da extinção: Essa ave está atualmente ameaçada de extinção devido à caça, ao comércio clandestino e à degradação em seu habitat natural por conta do desmatamento.

Caburé-de-pernambuco

cabure-de-pernambuco (glaucidium mooreorum)
cabure-de-pernambuco (glaucidium mooreorum)

caburé-de-pernambuco (Glaucidium mooreorum) é uma espécie de ave da família Strigidae, e ficou em extinção pela fragmentação e destruição do habitat.

Além disso, esta coruja foi registrada pela última vez no início dos anos 2000 e o ICMBio a declarou oficialmente extinta em 2014, quando em vida, a espécie era tão rara que não há fotografias da ave.

Causas da extinção: O desmatamento intenso da Mata Atlântica na área onde a espécie viveu é uma realidade há séculos, culturas como a cana-de-açúcar afetaram particularmente as populações de aves como o caburé-de-pernambuco.

Limpa-folha-do-nordeste

limpa-folha-do-nordeste (philydor novaesi)
limpa-folha-do-nordeste (philydor novaesi)

O Limpa-folha-do-nordeste (Philydor novaesi) era uma espécie de ave da família Furnariidae, endêmica do Brasil, onde podia ser encontrada nos estados de Alagoas e Pernambuco.

Além disso, a espécie vivia em estratos mais altos de florestas, entre 400 e 550 metros de altitude, sobretudo em matas de Alagoas e Pernambuco.

Causas da extinção: A destruição da Mata Atlântica foi a grande responsável pelo desaparecimento do Limpa-folha-do-nordeste.

Pica-pau-bico-de-marfim

pica-pau-bico-de-marfim (campephilus principalis)
pica-pau-bico-de-marfim (campephilus principalis)

Estima-se que o pica-pau-de-marfim esteja extinto há pelo menos 50 anos, mas breves avistamento foram relatados em 2004 e 2005.

O pica-pau-de-marfim era nativo dos pântanos da América do Norte e das florestas temperadas de coníferas no sul dos Estados Unidos e em Cuba.

Apesar dos extensos esforços para localizar a ave, a espécie foi recentemente declarada oficialmente extinta.

Causas da extinção: A extinção da espécie foi causada, em grande parte, pela exploração descontrolada de madeira.

O’o-de-molokai

O’o-de-molokai (moho bishopi)
O’o-de-molokai (moho bishopi)

O’o-de-molokai (Moho bishopi) era uma ave do gênero Moho, pertencente à família Mohoidae.

A pertencia a um grupo de quatro espécies, todas extintas, que habitavam as florestas do arquipélago havaiano.

Todas as espécies do gênero havaiano Moho foram extintas devido ao desmatamento, competição com espécies introduzidas e caça.

Com penas pretas, o pássaro teve uma bela canção homenageada pelo músico de jazz John Zorn, que lançou um álbum chamado Oo em 2009.

Causas da extinção: As razões para o desaparecimento do O’o-de-molokai estão relacionadas ao assentamento humano no Havaí.

Tribos polinésias começaram a caçar esta ave por suas penas, que eram usadas para fazer joias e mantos e eram muito valorizadas pelas classes aristocráticas.

Arau-gigante

arau-gigante (pinguinus impennis)
arau-gigante (pinguinus impennis)

O Arau-gigante (Pinguinus impennis) é uma espécie extinta de ave da família dos alcídeos conhecida também como alca-gigante que vivia no Atlântico Norte.

Esta era uma ave incapaz de voar, passava a maior parte da vida na água, de onde saía apenas na época do acasalamento.

 arau-gigante  formava grandes colônias em ilhas rochosas isoladas, com fácil acesso ao mar e alimento em abundância por perto.

Causas da extinção:  O arau-gigante  era uma ave que foi caçado por humanos desde os tempos pré-históricos.

A extinção aumentou dramaticamente com o advento do transporte marítimo, pois os ovos e a carne das aves serviam de alimento para os marinheiros.

Ganso-da-reunião

ganso-da-reuniao (alopochen kervazoi)
ganso-da-reuniao (alopochen kervazoi)

O ganso-da-reunião (Alopochen kervazoi)  é uma espécie extinta de ave que era endêmica da ilha da Reunião e um parente próximo do ganso-do-egito.

Além disso, essa ave tinha aproximadamente o mesmo tamanho e resta apenas uma descrição, a de Dubois feita em 1674.

No entanto,  a espécie só é conhecida a partir de breves relatos e ossos subfósseis.

Causas da extinção: Os gansos-da-reunião foram caçadas, já em 1667, François Martin reclamou da caça insustentável.

Assim, o último registro da espécie parece ser o relato de Père Bernardins de 1687, a espécie provavelmente desapareceu na década de 1690.

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