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Coleirinho: Características, Canto, Criação e Reprodução!

Coleirinho: Características, Canto, Criação e Reprodução!

Coleirinho e suas Características, Cantos, Como Criar e Alimentar. Seu habitat são campos abertos e capinzais, ocorrendo praticamente em todo Brasil, com exceção da Região Amazônica e Nordeste.

Devido ao crescente desmatamento observa-se o aparecimento destas aves em regiões urbanas, sendo avistados nos quintais das casas e nas ruas das cidades, à procura de alimento. Alimenta-se principalmente de pequenas sementes. Hoje no blog Passaro.org vamos detalha tudo sobre a Coleirinho, tais como suas Características, Canto, Criação e Reprodução!

Coleirinho
Coleirinho

Características do Coleirinho:

O Coleiro, também conhecido como Coleirinho, é um pássaro da fauna nacional, sendo por isso protegido por leis federais. O canto do Coleirinho é um dos cantos mais apreciados pelos criadores brasileiros.

Se você pretende adquirir um exemplar desta espécie, entre em contato com o IBAMA para verificar se existem criadouros credenciados em sua região. Não contribua para o extermínio do Coleiro na natureza.

Características Físicas do Coleiro:

Os machos apresentam um inconfundível colar branco e negro, do qual derivou o seu nome. Além deste colar, ele possui ao lado da garganta negra uma espécie de bigode branco. Esse bigode define a área sob o bico, que é amarelado ou levemente cinza esverdeado. Existem machos com peito branco e outros num tom amarelo.

A fêmea é parda, tendo uma cor mais escura nas costas. Os filhotes saem do ninho com a plumagem idêntica à fêmea, e com o passar dos meses os machos adquirem a sua plumagem característica.

Devido ao seu tamanho diminuto, cerca de 11 cm, podem alcançar as sementes de gramíneas trepando pela haste das plantas.

Reprodução do Coleirinho:

Apesar de ser uma espécie popular, o Coleirinho não se conhecem casos de criadores que obtiveram sucesso na reprodução em cativeiro. As fêmeas põem de 2 a 3 ovos, que são chocados durante 13 dias. Após esse período, os filhotes nascem e permanecem no ninho por mais 13 dias.

Coleirinho cantos
Coleirinho cantos

Com 30 a 35 dias, já estão aptos para comer sozinhos.

Como Criar Coleirinho:

Uma criação de Coleirinho implica em uma série de procedimentos legais. Antes de tudo, não se deve adquirir em nenhuma circunstância, nem mesmo por doação, pássaros sem comprovação testemunhal e documental de procedência.

A documentação legal para criação deve estar impecável. Visitar outros criadores também é fundamental para ver como os pássaros adaptam-se e como devem ser criados.

Um especialista da área também deve ser consultado. É necessário que ele acompanhe o início da criação e atenda a quaisquer problemas que o criador passar ao longo dela.

O registro da criação do Coleirinho deve ser feito no IBAMA como criador amadorista de passeriformes. O cadastro deve a princípio ser feito pela Internet no site de Serviços On-line do IBAMA.

Canto do Coleirinho:

O canto é melodioso, fazendo assim com ele conquistasse milhares de admiradores. Ele atrai atenção especial de criadores que gostam de participar de torneios de fibra.

Se o seu pássaro não estranha lugares novos, ou seja, chega no lugar e já começa a cantar, e também suporta a pressão de ter outros coleiros cantando na cara dele, então possivelmente ele é de fibra.

O canto do Coleirinho é um dos mais apreciados e buscados, por isso temos a sua disposição uma grande variedade de canto de coleiro, para que você possa baixar de graça.

Reprodução do Coleirinho:

A temporada de reprodução dos coleiros inicia-se e também termina mais tardiamente que a dos outros pássaros. Estima-se que a melhor época para cria-los seja de novembro a abril, período que coincide com a maior disponibilidade das sementes de seus capins preferidos, na natureza.

Os ninhos utilizados podem ser os de curió ou menores, pois fêmea irá preencher o espaço que “sobra” no ninho quando ela está deitada com o material oferecido pelo criador, que pode ser raiz de capim, corda de bacalhau (sisal) ou fibra de coco desfiadas. Convém fazer a camuflagem do ninho com plantas artificiais, que darão à fêmea uma sensação de maior proteção.

Mas Cuidado:

o ninho deve ser camuflado e não “enfeitado”. Não precisa e nem é bom exagerar na camuflagem, pois isto pode, ao invés de atrair, afugentar a fêmea. Também não é necessário camuflar em volta do ninho todo.

O importante é que a fêmea, na momento em que salta do poleiro para a borda do ninho, veja a camuflagem à sua frente, sendo que depois que a mesma está deitada, pouco importa se ela vê ou não a camuflagem – ela pensa que, comparando ao que ocorre na natureza, “entrou” na camuflagem e pode ver todo o ambiente ao seu redor, mas não pode ser vista.

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Alan Costa

Sou Graduado em ornitologia pela (UFRJ) Universidade Federal do Rio de Janeiro, sou um amante da vida natural, é focado em sempre levar boas informações aos leitores.

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